Palavras Perdidas

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Formato: eBook Kindle | 712 páginas | Português | 31 de Março de 2026

"Crescer em volta de uma ausência e perceber, aos poucos, que a falta de uma pessoa também consegue ocupar espaço demais na vida da gente. E com a ausência, bem a ideia de você é descartável, dispensável, não faz falta e que qualquer um é capaz de te substituir e ser melhor do que você em absolutamente tudo." 

FAKE DATING + SLOW BURN + PROXIMIDADE FORÇADA + ENEMIES TO LOVERS + GRUMPY x SUNSHINE + FOUND FAMILY + JOGADOR DE HÓQUEI x JORNALISTA.
Jason Zane tem tudo para se tornar o melhor jogador de hóquei do mundo — exceto paciência. Após terminar de jogar a pá de terra definitiva em sua carreira ao se envolver em mais uma polêmica fora do gelo, ele acaba esbarrando em Verônica Kohli, uma jornalista falida e desesperada por uma manchete. Um mal-entendido, um paparazzi oportunista e o timing errado transformam Zane e Verônica no casal mais comentado do momento, desviando pela primeira vez os olhos do público das sucessivas merdas que ele insiste em fazer. Ela precisa de dinheiro. Ele precisa salvar o que ainda resta da sua carreira. Em uma noite fadada ao fracasso, eles selam um acordo perigoso, capaz de transformar um simples esbarrão em um espetáculo cuidadosamente encenado no meio do rinque. O problema é que contratos não controlam sentimentos. E fingir pode ser muito mais arriscado do que errar de verdade.


Existem algumas coisas que praticamente garantem que eu vou querer ler um livro: romance esportivo, jogador de hóquei e jornalista. Se colocar os três juntos, acabou para mim.

Lance Proibido já começou me conquistando no instante em que descobri que Verônica era jornalista. Tenho um carinho enorme por essa trope de jogador de hóquei + jornalista, então minhas expectativas já estavam lá no alto — e, felizmente, Verônica e Jason fizeram questão de entregar.

Mas o que eu não esperava era terminar essa história tão tocada pela força da Verônica.

Ela foi, sem dúvida, uma das coisas que mais amei no livro. Não apenas porque é jornalista — embora isso tenha me feito criar uma identificação imediata com ela —, mas porque existe uma força muito bonita na maneira como ela enfrenta tudo o que acontece em sua vida.

Verônica me lembrou que ser forte não significa não sentir medo, não sofrer ou nunca desabar. Às vezes, força é justamente continuar quando alguma coisa dentro da gente está implorando para desistir.

E eu amo personagens femininas assim.

Mulheres que não precisam ser invencíveis para serem fortes. Que carregam cicatrizes, inseguranças e momentos em que não sabem exatamente o que fazer, mas ainda encontram alguma coisa dentro de si que diz: vai, só mais um pouco.

Verônica me ensinou muito sobre isso. Sobre não permitir que as circunstâncias decidam quem você vai ser. Sobre continuar acreditando nos próprios sonhos, na própria carreira e, principalmente, em si mesma. E talvez tenha sido justamente por enxergar nela essa humanidade que eu tenha me apegado tanto.

E como alguém que também ama o Jornalismo, acompanhar Verônica tornou tudo ainda mais especial para mim. Eu não estava torcendo apenas pelo romance dela. Estava torcendo por ela. Pela profissional, pela mulher, pelos sonhos que carregava e por tudo aquilo que ainda queria conquistar.

É muito gostoso quando encontramos dentro de uma personagem alguma coisa que conversa diretamente com quem somos ou com aquilo que escolhemos para nossa própria vida. E Verônica conseguiu fazer isso comigo.

Agora precisamos falar do outro responsável pelo meu completo descontrole durante essa leitura.


Jason Zane.

Meu Deus.

Primeiramente: que homem gostoso.

Segundamente: QUE HOMEM.

Jason conseguiu entrar naquela categoria perigosíssima dos personagens masculinos que me fazem fechar o Kindle por alguns segundos, olhar para o nada e pensar:

“É realmente pedir demais?”

Porque não basta o homem ser jogador de hóquei. Não basta ser bonito. Não basta ser ruivo. Não basta ter presença.

Ele ainda precisava ser um completo cavalheiro.

E é justamente isso que me conquistou nele.

Por trás de toda aquela aparência capaz de acabar com a estabilidade emocional de qualquer leitora, existe um homem cuidadoso, respeitoso e atento. A forma como Jason trata Verônica foi uma das minhas partes favoritas da história, principalmente porque ele não tenta apagar a força dela para poder protegê-la.

Pelo contrário: ele parece enxergá-la exatamente como ela é.

E existe alguma coisa extremamente romântica em ser amada por alguém que não deseja nos diminuir para se sentir necessário.

Outra coisa que me conquistou foi perceber que o romance entre Verônica e Jason não existe apenas porque os dois têm química — embora, meu Deus, ELES TENHAM QUÍMICA. Existe admiração entre eles. E talvez essa tenha sido uma das coisas mais bonitas de acompanhar.

Jason não se apaixona por uma versão diminuída de Verônica. Ele se encanta justamente pela mulher forte, determinada e apaixonada pela profissão que ela escolheu ser.

Para mim, isso faz toda a diferença.

Existe uma linha muito tênue entre escrever um personagem masculino protetor e criar um homem que tenta decidir tudo pela protagonista em nome dessa proteção. E Jason consegue permanecer do lado certo dessa linha.

Ele cuida, mas não prende. Protege, mas não apaga. Está ao lado dela sem tentar ocupar o espaço que pertence a ela.

E talvez seja exatamente por isso que eu tenha me apaixonado tanto por ele.

Porque, por mais que eu faça piada sobre Jason ser um ruivo gostoso — e ele é, vamos deixar isso devidamente registrado —, o que realmente me ganhou foi a maneira como ele ama.

Há delicadeza nele.

Há respeito.

Há aquela sensação gostosa de estar diante de um personagem que pode ser uma verdadeira força da natureza, mas que consegue ser extremamente cuidadoso quando se trata da mulher que ama.

Jason é aquele tipo de personagem que consegue ser protetor sem ser sufocante, cavalheiro sem parecer artificial e apaixonante sem precisar fazer esforço.

Ele simplesmente é.

E eu, infelizmente, sou apenas uma mulher com um Kindle nas mãos sendo obrigada a aceitar que Jason Zane não existe.

O que considero uma tremenda injustiça.

E Verônica precisava justamente de alguém assim. Não de um salvador, porque ela nunca precisou ser salva, mas de alguém disposto a caminhar ao lado dela enquanto ela mesma encontrava forças para continuar.

A química dos dois também funciona justamente porque Verônica não desaparece quando Jason entra em cena. Ela continua tendo personalidade, sonhos, carreira e voz própria.

São duas pessoas inteiras se encontrando.

E eu amo quando o romance não transforma a mocinha apenas no interesse amoroso do protagonista. Verônica continua sendo Verônica. Jason continua sendo Jason. E é justamente no encontro entre essas duas personalidades que o relacionamento deles se torna tão gostoso de acompanhar.

Acho que foi aí que Lance Proibido deixou de ser apenas mais um romance de hóquei para mim.

Porque eu comecei a leitura esperando encontrar uma jornalista e um jogador de hóquei se apaixonando — uma combinação que, convenhamos, já tinha tudo para me conquistar —, mas encontrei também uma história sobre resiliência, sonhos, amor e sobre a coragem necessária para continuar sendo quem somos depois que a vida tenta nos quebrar.

Gabriela Pizzol e Thainá Brandão também conseguiram fazer algo que valorizo muito em romances: fizeram com que eu me importasse com os personagens individualmente antes mesmo de me importar com quem eles seriam juntos.

Eu queria Verônica feliz porque me apeguei a ela.

Queria vê-la conquistando seus sonhos, reconstruindo aquilo que precisava ser reconstruído e percebendo a própria força.

E queria Jason feliz porque, bom...

aquele ruivo desgraçado conseguiu me conquistar.

Quando percebi que talvez a felicidade dos dois pudesse morar um pouquinho um no outro, já era tarde demais para o meu pobre coração.

No fim, Lance Proibido foi muito mais do que uma leitura que me entregou uma das minhas combinações favoritas. Foi um romance que me fez suspirar por Jason, torcer pelo casal e, principalmente, admirar Verônica.

Entrei pela promessa de jogador de hóquei + jornalista.

Fiquei porque Verônica me lembrou da força que existe em continuar lutando por quem queremos ser.

E saí completamente rendida por Jason Zane — um ruivo absurdamente gostoso, apaixonante, cavalheiro e uma verdadeira força da natureza que, aparentemente, apareceu neste livro apenas para destruir qualquer resquício de padrão realista que ainda me restava.

Porque sim, Verônica pode ter me ensinado várias coisas durante essa leitura.

Jason também me ensinou uma: meu padrão para homens fictícios aparentemente ainda não estava alto o suficiente.

Obrigada pelo desserviço, Gabriela Pizzol e Thainá Brandão. 💚🏒

★★★★★ + um Jason Zane, porque cinco estrelas sozinhas não são suficientes.






Seis histórias que terminaram na última página, mas continuaram vivendo em mim.

Existem livros que a gente gosta. Livros que recomenda. Livros que ganha cinco estrelas e ocupa um lugar especial na estante.

E existem aqueles que fazem alguma coisa um pouco mais perigosa: eles mexem com a química do nosso cérebro.

São histórias que terminam, mas se recusam a ir embora. Os personagens aparecem no meio de uma música qualquer, uma cena volta à memória meses depois e, às vezes, basta alguém mencionar aquele livro para todas as emoções da primeira leitura retornarem de uma vez.

Tenho uma teoria de que todo leitor carrega alguns desses livros consigo. Não necessariamente os melhores livros que já leu ou as histórias mais perfeitas que encontrou, mas aqueles que chegaram no momento certo — ou errado — e encontraram alguma coisa dentro da gente que ninguém havia tocado antes.

Estes são seis dos meus.

E, depois deles, talvez meu cérebro nunca tenha voltado ao seu estado original.

🧠 Paciente nº 01 — Sob o Mesmo Céu

O livro que me fez: sentir saudade de alguém que nunca conheci.


Sinopse: Já ouvi dizer que todos nascem com um propósito. Bom, se isso for verdade, eu já sei qual é o meu: errar. Errei quando aceitei me mudar para uma cidade que não gostava só porque meu ex-namorado insistiu. Errei quando saí de noite ao invés de ficar em casa dormindo. Errei quando ignorei tudo o que aquele cara representava e acabei na cama com ele. Viu só? O meu propósito na Terra, com certeza, é cometer burradas. Mas tudo bem. Pelo menos a única relação que tenho com esse homem é profissional, afinal, ele voa e eu controlo seu voo. Não vamos nos encontrar de novo. Aquela noite aconteceu, foi boa, mas será esquecida. Exceto por um pequeno detalhe. Um dos meus erros acabou me deixando sem ter onde morar e minha melhor opção é dividir o apartamento com ele. Lucas Alencar. O melhor amigo do meu meio-irmão. O piloto arrogante, debochado e convencido que sempre me atormenta quando voa. O cara mais gostoso que eu já vi na face da Terra. O mesmo cara com quem passei aquela noite que deveria ser esquecida. Tudo bem! Posso fazer isso. É minha única opção. Só preciso me manter imune a ele e ao seu papinho de piloto. É só por alguns meses. Não tem como dar errado.

Existem personagens que conquistam a gente enquanto estamos lendo e existem aqueles que, sem pedir licença, simplesmente decidem permanecer. Lucas Alencar pertence perigosamente à segunda categoria.

Sob o Mesmo Céu foi uma daquelas leituras em que percebi que meu envolvimento já tinha ultrapassado todos os limites aceitáveis quando comecei a pensar nos personagens mesmo longe das páginas. E boa parte da culpa é dele. Lucas é sedutor, envolvente e tem aquele tipo de presença que faz a gente querer continuar lendo só para descobrir qual será seu próximo movimento. Quando percebi, já estava completamente rendida — e sem qualquer interesse em procurar uma cura.

Mas não posso colocar toda a responsabilidade no homem, porque Dri Satys também tem culpa nesse diagnóstico. A mulher simplesmente construiu uma história que alugou um triplex na minha cabeça e, aparentemente, esqueceu de devolver as chaves depois que terminei a leitura. Dias depois da última página, eu ainda estava pensando na história, nos personagens e naquela sensação deliciosa de querer voltar para um universo que tecnicamente já deveria ter deixado para trás.

Talvez seja exatamente isso que faça um livro alterar a química do nosso cérebro: a história termina, mas alguma coisa dela continua acontecendo dentro da gente. E Sob o Mesmo Céu, definitivamente, ainda acontece dentro de mim.

🧪 Paciente nº 02 — Jogo Duplo

O livro responsável pelos meus surtos silenciosos.


Sinopse: Arqueira vs. Esgrimista - New Adult - Found Family - Ela o quer, então ela o terá. Angel Hayes Durante a minha vida inteira, fui acostumada a ter tudo o que queria. Não por ser mimada, mas por ser constantemente deixada sozinha. Presentes substituíam presença, viagens caras compravam afeto. Eu cresci assim, então virou hábito acreditar que tudo poderia ser meu. Entretanto...Aaron Hart, eu o conheci no último ano da escola. Não éramos amigos, mas eu o admirava e, secretamente, desejava ser como ele. Só que ele sumiu de repente e a pequena obsessão que eu tinha foi deixada de lado por alguns anos. Até eu descobrir onde ele estava estudando e decidir que também queria ir para lá. E agora eu estou aqui, em um internato perigoso escondido no meio da Suíça, me colocando em situações que não deveria, ciente de que ele faz parte do grupo temido que manda no lugar e disposta a fazer tudo que estiver ao meu alcance para conquistá-lo. Porque, se eu quero algo, definitivamente terei. Aaron Hart é o meu alvo e, como uma arqueira perfeita, eu nunca erro. O único problema é que esgrimistas como ele também costumam ter mãos firmes e acertar o seu oponente de perto. E quando ele começa a agir diferente do que eu esperava, o jogo duplo que eu mesma inventei ameaça me sufocar. Livro proibido para menores de 18 anos.

Aqui estamos falando da elite da obsessão literária, porque Angel não está simplesmente apaixonada pelo homem dela. Ela é completamente, absolutamente e questionavelmente obcecada por ele. E talvez seja exatamente por isso que eu tenha amado tanto esse livro.

Estamos muito acostumadas a encontrar romances em que o protagonista masculino é aquele homem possessivo, completamente rendido e obcecado pela mocinha. Aquele clássico “eu destruiria o mundo por ela”. Mas Nina Queiroz decidiu inverter o jogo e entregar uma mulher que olha para o homem dela e basicamente pensa: “esse aqui é meu e eu vou cuidar dele.”

E Angel CUIDA.

Ela se preocupa com ele, protege, observa, pensa nele o tempo inteiro e demonstra um nível de devoção que, em determinados momentos, me fazia pensar: “amiga, talvez seja interessante conversar com alguém sobre isso”. Só que ao mesmo tempo eu estava lendo completamente fascinada. Porque Angel é incrível, intensa, apaixonada e totalmente doida. E digo isso com todo o carinho que uma leitora pode ter por uma personagem fictícia completamente desequilibrada.

Nina Queiroz conseguiu pegar uma dinâmica que eu já adoro encontrar nos romances e virar tudo de cabeça para baixo. Dessa vez, é ela quem está perigosamente obcecada pelo homem que ama — e eu descobri durante essa leitura que aparentemente precisava encontrar mais personagens femininas assim.

Angel não alugou apenas um espaço na minha cabeça.

Ela entrou, trancou a porta e provavelmente está vigiando para ter certeza de que ninguém chega perto do homem dela.

🫀 Paciente nº 03 — Mais Parecidos

O livro que eu apagaria da memória só para ler novamente.


Sinopse: Inimigos de infância x Quarterback surfista & nadadora x Grumpy & Sunshine. Jason Brooks é o tipo de erro que toda garota jura que nunca vai cometer. Bad boy. Quarterback. O rei da festa. Ele vive como se o mundo estivesse aos seus pés, e talvez esteja mesmo. Suspensões. Brigas. Um pavio curto que nunca aprendeu a controlar. E um talento absurdo para destruir tudo ao redor. Inclusive a mim. Eu odeio Jason Brooks. Sempre odiei. Desde antes mesmo de lembrar como tudo começou. E ele me odeia de volta. Era simples. Sempre foi. Até Emma. Ela era o único ponto em comum entre nós. A única coisa que nos conectava. Ao menos, era o que eu achava. Porque estamos prestes a receber uma notícia que muda tudo. E talvez a verdade seja pior do que eu quero admitir: Só nos odiávamos tanto porque éramos mais parecidos do que gostaríamos. Nós nunca fomos tão diferentes quanto fingíamos ser. E a vida tem um jeito cruel de provar isso. Mesmo que doa. Mesmo que quebre. Mesmo que eu não esteja pronta para ver. Comédia romântica com tensão emocional x Enemies to Friends to Lovers x Slow Burn.

Mais Parecidos não poderia ficar de fora dessa lista porque é, sem dúvida, um dos meus livros favoritos. E quando digo favorito, existe histórico para comprovar: acompanhei essa história em diferentes versões e, ainda assim, continuo voltando para ela com o mesmo carinho. Talvez parte considerável da culpa tenha nome e sobrenome: Jason Brooks.

Meu Deus, Jason Brooks. Que homem. Gostoso demais. É impossível falar desse livro sem lembrar de absolutamente tudo o que ele faz e entender perfeitamente por que continua ocupando um espaço privilegiado na minha cabeça.

Mas o que realmente me conquista nele vai muito além da atração. Uma das coisas que mais amo é a forma como Jason se aproxima da Emma. Ele percebe que não pode simplesmente invadir a vida dela e esperar que ela se apaixone. Então, ele vira amigo dela primeiro. Se aproxima, conquista sua confiança, respeita seu espaço e permite que a relação entre os dois seja construída aos poucos. Ele quer Emma, deixa isso muito claro, mas não atropela o tempo dela para conseguir o que deseja.

Embora “respeitar o espaço” seja uma definição um pouco generosa para um homem que não perde uma oportunidade de falar sobre a bunda dela. 

E talvez seja justamente essa mistura que tenha me conquistado tanto: Jason consegue ser provocador, descarado e absurdamente atraente enquanto também demonstra cuidado e paciência com Emma. A amizade vai criando intimidade, a intimidade vai abrindo espaço para sentimentos e, quando percebemos, já estamos tão envolvidas quanto eles.

Li essa história em várias versões e uma coisa nunca mudou: Jason Brooks continua gostoso demais e eu continuo completamente rendida.

Diagnóstico confirmado: não existe recuperação possível para esse caso.

🩸 Paciente nº 04 — My Dark Heart

O livro que colocou minha moral literária em observação.


Sinopse: Stalker + Paixão proibida + Professor e Aluna + Dark Academy + Investigação + Trilher Psicológico Ayla Rosecrow tem uma mente quebrada. Diagnosticada com um quadro de esquizofrenia, ela não confiava suficientemente em si mesma, pelas vezes em que viu o que não estava realmente lá, e escutou o que ninguém mais escutava. Depois de decidir sair da sua cidade natal, ir para Nova York parecia ser o lugar ideal para recomeçar sua vida, já que ali ninguém conheceria sua história, nem os fantasmas que a assombravam. Então, quando começa a se sentir observada, Ayla pensa que é apenas mais uma das paranoias de sua cabeça. Até o dia em que ela o vê: Uma figura alta, escondida pelas sombras, parada do outro lado da rua, em frente a janela do seu novo apartamento, observando-a. O medo faz cada membro do seu corpo congelar e o terror de ter alguém ali – mesmo que soubesse que não era real – a apossa, ainda que a figura tenha ficado apenas lá, olhando-a, e ela encarando-o de volta. Com o tempo, no entanto, Ayla se acostuma com seu stalker imaginário, apenas esperando quando iria sumir, já que nenhum dos seus episódios e surtos duravam muito. Mas havia uma parte de si – uma que Ayla não entendia e queria repreender – que não queria que ele se fosse. Tudo muda, no entanto, em uma noite, quando escuta passos em seu apartamento e a mesma figura sombria aparece diante de si. Sua presença arrepia cada célula do seu corpo na mesma medida em que sua respiração quente a faz estremecer, e ela percebe que, talvez, aquilo não fosse um truque de sua mente. Que seu stalker poderia ser real. E que ele era alguém que ela jamais cogitou imaginar. Este é um Dark Romance +18, favor conferir a nota de autora e gatilhos.
 
Esse aqui acabou com o meu psicológico. E não estou falando de um simples “me surpreendeu”. My Dark Heart conseguiu chegar ao ponto de me fazer duvidar seriamente da minha própria capacidade de interpretar o que estava acontecendo, porque toda vez que eu finalmente pensava “pronto, agora eu entendi”, o livro praticamente olhava para a minha cara e respondia: “não, querida, você não entendeu absolutamente nada.”

Quando eu achava que era uma coisa, era outra. Quando começava a desconfiar de alguém, surgia alguma coisa que mudava completamente a minha percepção. E chegou um momento em que eu já não confiava mais em ninguém — nem em mim mesma.

E a Emma? Coitada. Eu quase enlouqueci junto com ela.
A sensação durante boa parte da leitura era de estar tentando montar um quebra-cabeça enquanto alguém, escondido, trocava as peças de lugar. Eu criava uma teoria, me convencia dela, encontrava indícios que aparentemente confirmavam tudo e, algumas páginas depois, lá estava eu novamente: com cara de palhaça.

E QUE PLOT TWIST.

É aquele tipo de reviravolta que faz você parar de ler por alguns segundos, voltar algumas páginas mentalmente e começar a questionar todos os sinais que estavam ali e que você simplesmente não percebeu. Quando as peças finalmente começam a se encaixar, dá vontade de reler o livro inteiro só para descobrir tudo aquilo que passou despercebido na primeira vez.

Talvez esse seja o maior motivo de My Dark Heart estar nesta lista: ele não apenas ficou na minha cabeça depois que terminou — ele brincou com ela enquanto eu estava lendo.
Diagnóstico? Minha capacidade de confiar nas minhas próprias teorias literárias nunca mais foi a mesma.

💘 Paciente nº 05 — Misbehave

O responsável por elevar perigosamente minhas expectativas amorosas.


Sinopse: Se além de caótico, o Colégio Brightgate era um reino, Naomi Carlson era a Rainha. Aqueles que não caíam aos seus pés por livre e espontânea vontade, o faziam por livre e espontânea pressão. Não havia nada que seu sorriso diabólico e rosto angelical não pudessem conquistar. Até encontrar ele. O novato mudou tudo. O misterioso Damian Bale pisou em Brightgate sem realmente se importar com nada, porque já estava acostumado com o inferno. Ninguém sabia definir exatamente o que existia por trás de seu sorriso maldoso, o tipo de incerteza que fazia Naomi sair do eixo. Afinal, em seu reino de falsas aparências, a garota amava ter tudo sob controle O que Carlson não sabia era que Bale faria seu reinado ruir. E que ela apreciaria cada maldito segundo da queda.

Misbehave é um daqueles livros que me trazem conforto. E acho que essa é a melhor palavra que consigo encontrar para explicar o que sinto por essa história. É como voltar para um lugar conhecido depois de um dia difícil e perceber que tudo aquilo que você ama continua exatamente ali, esperando por você.

Aqui, Brooke Mars foi gigante criando Naomi e Damian. Sério. Que personagens. Que universo. Que coisa incrível é entrar nessa história.

Existe alguma coisa em Misbehave que simplesmente me abraça. Eu gosto de acompanhar Naomi, gosto de Damian, gosto da dinâmica entre eles e, principalmente, da sensação que esse universo me provoca. Não é apenas sobre querer saber o que vai acontecer na próxima página; é sobre querer permanecer ali por mais um pouquinho.

E talvez seja isso que diferencie os livros que amamos daqueles que se tornam especiais de verdade. Alguns nos destroem, outros nos deixam completamente obcecadas, mas existem aqueles que acabam se transformando em casa.

Misbehave é isso para mim.

Naomi e Damian são personagens para os quais eu voltaria inúmeras vezes, porque existe conforto em reencontrá-los. É quase como visitar velhos amigos e perceber que, independentemente de quanto tempo tenha passado, a sensação de estar com eles continua a mesma.

Brooke Mars criou um universo no qual eu não apenas gostei de entrar. Eu quis ficar.

E, sinceramente? Se esse é o diagnóstico, eu não quero tratamento nenhum. 

🌫️ Paciente nº 06 — Nebulosos

O livro que me deixou olhando para o teto depois da última página.


Sinopse: Poucas coisas na vida conseguem ter importância para a garota de coração gelado, Maxine Woods, e o irmão é uma delas. Mas após o episódio que permitiu que Carter Woods fosse negligenciado pelas autoridades locais, seu foco é alternado. Agora, Max tem a atenção voltada para um único e valioso objetivo: encontrar o responsável por deixar seu irmão entre a vida e a morte. Entrar para o time dos bonzinhos não parece compensar seus objetivos, por isso ela decide confrontar os interesses de Chace Kelland, o badboy responsável por dominar o submundo da maior fraternidade masculina do país, na prestigiada Universidade de NiKho. Ocupando o posto de principal suspeito do ato, Chace é a personificação de tudo que Maxine mais odeia. Esperto, perigoso e dono de uma beleza hipnotizante, ele consegue tudo o que deseja e parece ter o mundo na palma de suas mãos. Até a garota tempestuosa, destruidora e completamente impulsiva entrar em seu caminho. Disposta a se arriscar para descobrir tudo sobre a noite em que seu irmão foi brutalmente espancado, Max não percebe que, cada vez mais submersa nesse novo mundo, o risco de se tornar parte dele é mais real do que se imagina, e em um jogo arriscado de omissões, impulsos, caos e desejo, Chace e Maxine acabam esquecendo que na guerra dos amores intensos e das paixões caóticas, não existe um vencedor.

Nebulosos realmente me deixou completamente apaixonada por Max e Chace. Sério, que duologia maravilhosa! É daquelas histórias que você começa querendo apenas conhecer os personagens e, quando percebe, já está emocionalmente envolvida demais para simplesmente fechar o livro e seguir a vida normalmente.

E Max e Chace têm grande responsabilidade nisso. Eu amo os dois juntos. Amo acompanhar a relação deles, a intensidade, os sentimentos e tudo aquilo que vai sendo construído entre eles ao longo da história. Eles têm aquele tipo de conexão que faz a gente se apegar ao casal como se tivesse algum direito sobre a felicidade deles.

Quanto mais eu lia, mais queria permanecer naquele universo. E quando uma história consegue provocar isso em mim, já sei que estou perdida. Porque não é mais apenas curiosidade para descobrir o final; é aquela vontade de continuar acompanhando aquelas pessoas, de ter mais capítulos, mais momentos e mais um pouquinho daquela sensação.

Quando terminei a duologia, ficou justamente aquilo que eu considero um dos maiores sinais de que um livro funcionou comigo: saudade.

Saudade de Max. Saudade de Chace. Saudade deles juntos e daquele universo que, por algumas páginas, pareceu tão fácil de habitar.

Tay Ferreira, você tinha mesmo necessidade de fazer isso comigo?

Porque Nebulosos terminou, mas Max e Chace aparentemente decidiram que não tinham nenhuma obrigação de sair da minha cabeça junto com a última página.

E talvez seja por isso que essa duologia esteja entre os livros que alteraram a química do meu cérebro: algumas histórias deixam lembranças; Max e Chace deixaram saudade.

📋 Diagnóstico final

Talvez dizer que esses livros alteraram a química do meu cérebro seja um pequeno exagero.

Pequeno.

Porque todos eles deixaram alguma coisa.

Uma personagem que ainda amo. Uma cena que gostaria de experimentar pela primeira vez novamente. Uma frase que ficou. Uma sensação que nenhum outro livro conseguiu reproduzir exatamente da mesma maneira.

E acho que essa é uma das coisas mais bonitas sobre ser leitora: nós entramos em uma história sabendo que ela tem um número determinado de páginas, mas nunca sabemos por quanto tempo ela continuará existindo dentro de nós.

Algumas duram uma tarde.

Outras permanecem por anos.

E algumas, suspeito, nunca vão embora.

Diagnóstico: obsessão literária crônica.
Tratamento: continuar lendo.
Alta médica: felizmente, negada. 

Agora quero montar o prontuário de vocês: qual livro alterou a química do seu cérebro e por quê?





Você me colocou em um pedestal e disse que eu era a melhor. Levantou-me tão alto que, por um instante, tive a impressão de que poderia tocar o céu. E eu acreditei. Fez-me sentir extraordinária, quase invencível. Encheu-me de confiança até que, sem perceber, abri o coração e deixei escapar tudo o que havia guardado dentro dele. Derramei minhas palavras, meus medos, minhas esperanças e as partes mais frágeis que existiam em mim.

Então, você me deixou cair...

E a queda foi longa.

Caí justamente do lugar onde você mesmo havia me colocado. O impacto foi tão forte que, por um momento, pensei que não tivesse restado nada além de fragmentos espalhados pelo chão. Passei dias recolhendo cada pedaço de mim, tentando reorganizar minhas próprias ruínas e descobrir se ainda era possível construir algo inteiro a partir do que havia sobrado.

Mas existe uma pergunta que continua ecoando dentro de mim: e se eu tropeçar outra vez? E se eu cair de novo? Será que vou ser vista como um monstro por não conseguir permanecer inteira o tempo todo?

Apenas me avise. Diga-me se as minhas falhas me tornam menos digna de amor. Se elas me fazem menos humana. Porque, às vezes, parece que o mundo exige que a gente permaneça intacta, mesmo depois de ter atravessado tempestades que ninguém viu.

E se eu pecar? E se, no processo de tentar sobreviver, eu acabar me quebrando mais uma vez?

Carreguei pesos enormes sobre os ombros durante tanto tempo que deixei de saber onde eles terminavam e onde eu começava. A culpa, o medo e a necessidade de ser perfeita passaram a fazer parte de mim. Até que compreendi que precisava deixá-los para trás. A ausência do perdão era um fardo pesado demais para continuar carregando.

O ressentimento me aprisionou por muito tempo. Entregou o controle da minha vida nas mãos de quem me feriu. Mas hoje eu sei que permanecer presa à dor é continuar permitindo que ela escolha os meus caminhos. E eu não aceito mais viver assim.

Entrei nessa história com as melhores intenções. Entreguei o que havia de mais sincero, mais bonito e mais verdadeiro dentro de mim. Mas, em algum momento, precisei soltar. Não porque aquilo deixou de ser importante, mas porque, se continuasse segurando tudo com tanta força, acabaria perdendo a única pessoa que ainda precisava de mim: eu mesma.

Talvez a cura seja exatamente isso. Aceitar que algumas pessoas nos ensinam a voar, enquanto outras nos ensinam a cair. E, por mais injusto que pareça, nenhuma delas pode nos ensinar a levantar.

Essa parte sempre será nossa responsabilidade.

Levantar não significa fingir que nunca doeu. Não significa apagar as cicatrizes nem esquecer a altura da queda. Significa apenas decidir que elas não serão o lugar onde a nossa história termina.

Porque, no fim, sempre haverá uma nova queda esperando por alguém que escolheu viver de verdade. Mas também sempre existirá a possibilidade de se levantar outra vez. E talvez seja justamente aí que mora a coragem: não em nunca cair, mas em descobrir, todas as vezes, que ainda existe força suficiente para ficar de pé.





Se me perguntassem qual gênero me surpreendeu nos últimos tempos, eu responderia sem pensar duas vezes: romances de hóquei.

Comecei sem grandes expectativas e, de repente, me vi completamente envolvida por histórias que vão muito além do esporte. Entre rinques de gelo, treinos, rivalidades e campeonatos, encontrei personagens inesquecíveis, romances que aquecem o coração e casais com uma química capaz de fazer qualquer leitor perder o sono.

Existe algo especial nesse universo. Talvez seja a mistura perfeita entre intensidade e vulnerabilidade. Homens que parecem inabaláveis no gelo, mas que se tornam completamente rendidos quando encontram alguém que faz o coração bater mais forte. Ou protagonistas determinadas, engraçadas e inteligentes, que mostram que o romance é construído com respeito, parceria e muito crescimento.

Neste post reuni alguns dos livros que mais marcaram a minha jornada como leitora de romances de hóquei. Cada um deles conquistou um espaço especial na minha estante e, principalmente, no meu coração.

Todos têm algo em comum: personagens apaixonantes, tropos que eu amo, diálogos divertidos e romances que fazem a gente torcer por um final feliz a cada capítulo.

Se você nunca leu um romance de hóquei, talvez este seja o sinal que faltava para começar. E, se já faz parte desse universo, tenho certeza de que algum desses livros também conquistou você.

Entre eles estão:

🏒 Lance Proibido


FAKE DATING + SLOW BURN + PROXIMIDADE FORÇADA + ENEMIES TO LOVERS + GRUMPY x SUNSHINE + FOUND FAMILY + JOGADOR DE HÓQUEI x JORNALISTA

Jason Zane tem tudo para se tornar o melhor jogador de hóquei do mundo — exceto paciência. Após terminar de jogar a pá de terra definitiva em sua carreira ao se envolver em mais uma polêmica fora do gelo, ele acaba esbarrando em Verônica Kohli, uma jornalista falida e desesperada por uma manchete.

Um mal-entendido, um paparazzi oportunista e o timing errado transformam Zane e Verônica no casal mais comentado do momento, desviando pela primeira vez os olhos do público das sucessivas merdas que ele insiste em fazer.
Ela precisa de dinheiro.
Ele precisa salvar o que ainda resta da sua carreira.
Em uma noite fadada ao fracasso, eles selam um acordo perigoso, capaz de transformar um simples esbarrão em um espetáculo cuidadosamente encenado no meio do rinque.
O problema é que contratos não controlam sentimentos.
E fingir pode ser muito mais arriscado do que errar de verdade.

⭐⭐⭐⭐⭐

"Lance Proibido foi uma daquelas leituras que me conquistaram logo nas primeiras páginas. A química entre os protagonistas é deliciosa, o fake dating funciona muito bem e o romance é construído com calma, fazendo cada momento parecer ainda mais especial. É leve, divertido e impossível de largar."



                                                                    🏒 Jogada de Mestre


Famílias Rivais x Só tem uma cama x Boa garota e fuck boy x Relacionamento proibido xFound Family x Hóquei universitário x New Adult

Aurora está envolvida em uma vingança, só que não faz ideia disso.
Trey odeia o que ela representa, mas ela sequer sabe quem ele é.
Até agora.

Prestes a começar seu primeiro ano na Scadelton, a mesma universidade em que seus pais se conheceram e se formaram, e que seus irmãos frequentam, Aurora planejava uma estadia tranquila enquanto tentava aceitar viver a vida que foi planejada para ela, não a que sonhou.
Contudo, quando um aluno da faculdade rival, com sangue derramado dentro e fora dos rinques, se aproxima dela, ela não sabe que está prestes a iniciar a ruína de sua própria família.
Trey quer vingança e faria qualquer coisa, inclusive usar Aurora para conseguir isso.
Aaron, irmão dela, destruiu seu mundo anos antes, e Trey jurou se vingar pelo o que o Montclair fez com sua família, mesmo que para tal precisasse destruir a vida de todos os envolvidos.
O que Trey não sabe é que Aurora é uma vítima tanto quanto ele, e poderia ser uma aliada... Se ele estivesse disposto a permitir.

⭐⭐⭐⭐⭐

"Se você gosta de romances universitários com muita química, rivalidade e personagens apaixonantes, esse livro é para você. Eu adorei acompanhar a evolução do casal e como a história consegue equilibrar humor, romance e momentos emocionantes sem perder o ritmo."

🏒 Sobre Eu & Você


Slow Burn + Patinadora x Jogador de Hóquei + Banda de Rock + Grumpy vs Sunshine + YA contemporâneo + Romance em universidade

Gregory Owen Sawyer II é tudo o que qualquer atleta universitário quer ser: bonito, rico, com influência e com todas as portas abertas para sua carreira na liga de hóquei profissional.
Exceto a vontade de fazer qualquer coisa para que isso se torne realidade.
Após arrumar briga com o melhor amigo e quebrar o nariz dele no meio de um jogo da Frozen Four, a liga universitária de hóquei, Sawyer acaba perdendo algumas de suas regalias e como punição, é obrigado a cuidar de uma aluna intercambista que teve problemas com sua estadia.
Diferente de Sawyer, tudo o que Alejandra Rojas, a colombiana desbocada que está arrancando suspiros de amor e ódio pelo campus, quer, é se tornar patinadora artística profissional usando todas as possibilidades que a faculdade pode lhe oferecer.
Sem nenhum interesse em estabelecer uma amizade, Alex e Sawyer acabam se unindo em prol do bem comum. Ele, para se ver livre das sanções por causa do que fez. Ela, para conquistar seus objetivos em solo americano.
Em meio a brigas, tumultos e confusões, contra todas as probabilidades, eles vão encontrar um no outro, amizade, admiração e, até mesmo, amor.

⭐⭐⭐⭐⭐

"Sobre Eu & Você foi uma das leituras que mais me surpreenderam. A mistura entre música, patinação artística e hóquei cria um cenário único, enquanto o slow burn deixa cada aproximação ainda mais especial. É intenso, emocionante e faz a gente torcer pelo casal em cada capítulo."

🏒 The Risk

O segundo spin-off da série Amores Improváveis tem o melhor de Elle Kennedy: a adrenalina dos jogos de hóquei, a animação das festas universitárias, personagens apaixonantes e um romance de tirar o fôlego!

Todo mundo diz que eu sou uma garota má. Deve ser porque faço o que bem entendo e não estou nem aí para o que os outros pensam de mim. Apesar disso, dormir com o inimigo não faz meu tipo. Como filha do técnico de hóquei da Briar, minha vida estaria arruinada se eu me relacionasse com um jogador de um time rival.
E essa é a definição de Jake Connelly. Estrela e capitão do time de Harvard, ele é arrogante, irritante e atraente demais pra ser verdade. E o pior é que eu preciso que ele tope fingir ser meu namorado para que eu consiga meu tão sonhado estágio na HockeyNet. Mas é claro que aquele gostoso idiota não vai facilitar: para cada encontro falso… ele quer um pra valer.
O que significa que estou em apuros. Isso de ficar saindo às escondidas com Jake Connelly não tem como dar certo. Embora esteja cada vez mais difícil resistir ao desejo e ao sorriso de Jake, me recuso a me apaixonar por ele.
Esse é o único risco que eu não vou correr.

⭐⭐⭐⭐⭐ ♡

"Esse não é apenas o meu romance de hóquei favorito. Brenna e Jake têm uma química absurda, diálogos divertidos e um relacionamento construído de forma tão natural que é impossível não se apaixonar. Jake Connelly entrou para a lista dos meus book boyfriends favoritos e, sinceramente, ainda não encontrei outro livro que despertasse em mim exatamente o que The Risk despertou."


🏒 Temporada de Farsa e Gelo


Clichê Invertido :: Fake Dating :: Nerd x Popular :: Found Family

Todo mundo conhece os quadrigêmeos do hóquei. O perfeitinho, o carismático, o super inteligente e... o outro.
Tomas McKinley é esse o outro. Criado à sombra dos irmãos, ele precisa se destacar porque as chances de que um time de hóquei o procure depois da formatura são baixas. Tom precisa ser mais do que o quarto irmão geek, virgem e que talvez um dia seja um profissional.

E uma garota pode ajudá-lo com isso.

Ellie Davis é a sensação do campus. Todo mundo a conhece. Pelo menos todo mundo pensa que a conhece porque, na verdade, a garota vive uma farsa. Nada de pai embaixador que viaja muito, nada de estágio em uma empresa privada. Ellie é filha de um bêbado inveterado, trabalha como garçonete fora do campus e tem o peso do mundo — e da mentira — sobre suas costas.

Mas agora o jogador de hóquei tímido sabe seu segredo.

E um acordo nasce desse encontro.

Ellie vai ajudar Tom a se transformar no golden boy do momento, se ele a ajudar a manter sua mentira.

E como eles farão isso?
Com um namoro falso.

⭐⭐⭐⭐⭐

"Esse livro me ganhou pelo casal. O clichê invertido, o fake dating e todas as referências nerds tornam a leitura extremamente divertida. É um romance leve, fofo e daqueles que deixam um sorriso no rosto do começo ao fim."

🏒 Jogando Contra as Regras


JOGADOR DE HÓQUEI x JORNALISTA, RELACIONAMENTO FALSO, ELE E PAI SOLO
Eu não queria relacionamentos. Não queria alguém ocupando o outro lado da minha cama. Não queria um anel no meu dedo, muito menos promessas de amor eterno. Ver meu pai trair minha mãe, moldou a forma como eu enxergo os homens e os relacionamentos.

Então, conheci Asher Blackwell.

Capitão dos Crimson Hawks, pai solo e o solteiro mais desejado da liga.

Tudo começou com uma única noite sem compromisso. Para mim, ele era diversão, e eu acreditava ser exatamente o mesmo para ele.

Na manhã seguinte, acordamos em uma cama de hotel. As redes sociais estavam inundadas de notícias sobre um possível relacionamento, acompanhadas de fotos nossas em ângulos extremamente comprometedores.

Ele me fez uma proposta. Dois milhões de dólares para continuarmos a farsa.

Era uma oferta absurda. Tão absurda quanto recusá-la.

Não parecia tão difícil.

Eu só precisava sorrir para as câmeras, acompanhá-lo em eventos, vestir sua camisa, ir aos seus jogos, e fingir estar apaixonada.

O problema é que eu não estava preparada para os sentimentos que Asher despertaria em mim. Para o jeito possessivo como ele me olha. Para os gols que ele diz marcar para mim, para a forma como ele me possui, como se fôssemos realmente de verdade.

Existe um prazo para tudo isso acabar.

Um ano.

Um ano antes de pegar meu dinheiro… e ir embora com o coração completamente destruído.


⭐⭐⭐⭐⭐

"Esse livro entrega exatamente o que eu procuro em um romance esportivo: um casal com muita química, cenas fofas, momentos engraçados e personagens que conquistam o leitor rapidamente. Foi uma leitura leve, envolvente e perfeita para quem gosta de romances que aquecem o coração."


Agora me conta: qual romance de hóquei é o seu favorito? Quero muito aumentar a minha lista de leituras. 🤍🏒 E já leu algum desses da lista?
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